domingo, 31 de agosto de 2014

Problemas com morcegos ( ainda em processo de criação.)

Meu nome é Iago, tenho dezesseis anos. Eu era um garoto normal, preocupado com garotas, futebol, etc... Isso é até meu aniversário de quinze anos.
- Acorda filho. Está na hora da escola. - grita minha mãe.
Nem no meu aniversário tenho folga, pensei. Tirei as cobertas de cima das minhas pernas e levantei e fui ao banheiro escovar os dentes, parei na frente do espelho da pia. Hoje será um dia diferente, disse a mim mesmo.
Desci as escadas entrei na cozinha me deparei com uma moça de aparência conhecida, alta mais ou menos 1,70 olhos castanhos, branca olhos cinzentos.
- Bom dia, mãe. - Disse-lhe sorridente mente.
-Bom dia meu amor, parabéns- disse me abraçando.
Tomei meu café, como normalmente faço e fui para à escola. Não sou nada popular, mas, tenho quatro amigos:
- Jéssica, a mais gentil e bonita da escola;
- Vinicius, meu melhor amigo;
- Nathacha, a roqueira rebelde;
- Carolina, minha querida irmã;
Chegando ao portão da escola encontrei Jéssica mexendo em sua mochila.
- Oi, Jéssica. - disse nervosamente a ela. Sempre me sento meio nervoso perto dela não sei por quê. - Bom dia.
- Oi. - disse ela sorrindo - Feliz aniversário, Guih.
- Vai a minha festa hoje à noite? - não aguentei esperar para saber.
- Não perderia por nada. - disse sorrindo. – Tenho que ir andando, para aula de francês.
Ela se virou e foi. Foi quando uma voz maliciosa e conhecida de uma garota me tirou de meu transe de admiração da beleza de Jéssica. - Vai contar a verdade a ela? Hoje?- perguntou Carolina, minha irmã.
- Não sei do que está falando. - Fingi não entender.
- Você gosta dela. - esclareceu.
Fiquei calado, e suponho que meu silêncio falasse mais palavras que um livro de cinco mil páginas.
A noite chegou meu grande dia, minha festa. Estava curtindo muito com meus amigos, porém depois de um tempo notei a ausência de alguém. Jéssica. Fui procurá-la, acabei encontrando depois de um tempo, na varanda sozinha vendo o céu estrelado.
- Lindo céu tem esta noite neah, Guih. - disse, sem eu saber como ela sabia da minha presença.
- Sim, muito lindo também. - Disse, pensando no que Carol me disse.
- E o que mais está lindo hoje? - disse, parecendo quase que ansiosa por uma resposta.
Antes que eu conseguisse expressar uma resposta, minha mãe apareceu.
- Meu querido, seu pai e eu queremos lhe dar nosso presente. Venha.
***
Minha mãe me deu um embrulho pequeno enrolado num saquinho de seda. Enquanto eu abria - Esse colar era de seu tatá... Tataravô - disse minha mãe. Abri e coloquei no pescoço, nesse exato momento senti um ar quente passando pela minha nuca apontando para a porta então olhei, e vi uma menina linda na porta, vestia um vestido branco tinha cabelos loiros encaracolado e olhos verdes. Ela sorriu e piscou para mim e tremeluziu e sumiu. Ótimo, estou ficando doido.
Depois fiquei um tempo na mesa com meus pais, mas, não tirava os olhos de Jéssica. Ela estava fascinantemente linda, tomei coragem e fui até ela.
- Oi, Jessica.
- Oi, Guih.
- Será que você gostaria de dar uma volta comigo? – disse-lhe e rapidamente acrescentei – queria lhe mostrar uma coisa.
Fomos caminhando por uma trilha na montanha de santa Heika – uma montanha grande no norte do estado existia duas trilhas. Uma a para turistas cheias de baboseiras ara a proteção e segurança e a trilha que os moradores usavam. – Ela ia pela beira da trilha no precipício., o que me deixava muito nervoso.
- Cuidado Jéssica. Você pode cair.
- Está preocupado comigo, Iago?
- Bem, sim. Estou. – disse-lhe sentindo minhas faces corarem – eu não quero que se machuque.
- Por quê?
- Porque você é minha amiga.
Nesse momento o que eu mais temia aconteceu, ela escorregou e começou a cair escorregando pelo barrando, eram uns 46 metros ate o precipício final e então era uma caída de mais de 300 metros. Nem pensei em nada o choque de vê-la caindo era muito forte, esse mesmo sentimento de desespero que me parou fez agir quase que imediatamente. De repente meu medo foi substituído por uma certeza – não ia perdê-la, não ia. – Então eu pulei sentado no barrando escorregando também, e o tempo parecia que tinha desacelerado tive tempo suficiente para observar todo o terreno, foi ai que observar que tinha um arbusto bem abaixo em nossa direção, só tinha que agarrá-la e me segurar a ele.
O mundo voltou ao normal. Deitei-me enquanto escorregava e alcancei a Jéssica, e fui tentando me virar e escorreguei de frente de novo sentado quando chegamos ao fim do barrando, na hora da verdade, consegui me agarrar ao arbusto.
Ela sentou na trilha, assim que conseguimos subir.
- Você me salvou. Salvou minha vida. – ela se levantou e me abraçou.
‘’Obrigada’’ – ela sussurrou em meu ouvido enquanto me abraçava, o que eu confesso que me arrepiou.
Então ela fez algo que me surpreendeu mais ainda. Me beijou. Um beijo de verdade, que eu sonhei muitas e muitas vezes com ele. Estava acontecendo de verdade.
- Eu te amo, Iago.
Não falei nada. Não precisava, eu já tinha dito tudo que eu tinha pra dizer, não poderia viver sem ela. Trai-me em minhas ações. Nunca tinha tido coragem de dizer, mais aparentemente meu corpo tinha e eu estava muito feliz com isso.
***
Depois de arrumar a casa fui dormir ainda sentindo os lábios de Jessica tocando aos meus, como um sonho, um sonho que eu não queria acordar. Nunca.
Enquanto eu me lembrava da noite que acabara de passar, quando eu adormeci sem perceber. ‘’ Iago, Iago’’ - ouvi sussurros de uma voz feminina chamando meu nome. Eu procurei na escuridão, sem achar nada. De repente o sonho mudou e eu estava numa floresta, uma linda floresta, eu estava no pico de uma montanha, avistei um homem La embaixo, chamou minha atenção porque estava de terno no meio da floresta, eu curioso como sou não resisti e segui o pretenso homem, ele me levou ate uma cabana, eu me esgueirei ate um quarto onde vi onze pessoas pareciam discutir.
- Nos vamos vencer você sabe. – disse o homem de terno cinza. – Ele e mais forte.
- Concordo que ele é forte – disse uma menina que eu parecia conhecer – mais não e o mais forte.
- Você vai morrer Saphyra! – disse o homem de terno cinza. – Nos iremos vencer.
- Não seja boba, - continuou o homem de terno cinza – Junte-se ao lado vencedor.
- Vocês nos subestimam, Azerath. – Disse Saphyra encarando-o.
O sonho mudou. O mundo tremeluziu, eu ainda estava na floresta só que parecia um campo de batalho pós guerra, corpos no chão arvores queimando, um verdadeiro caos. No meio do inferno eu vi um homem de terno branco parado no meio da floresta - segurando uma espada brilhante – olhando tristemente para a carnificina. De repente ele desapareceu logo depois vieram três homens de terno preto, eles estavam segurando a mesma mulher loira de antes - Saphyra.
- Você vai morrer Saphyra! – disse um dos homens enquanto seguravam Saphyra ajoelhada.
- Vocês subestimam seu inimigo. – disse Saphyra olhando do os nos olhos.
- Mas seu pior erro foi subestimar a mim – continuou Saphyra.
Então algo aconteceu, Saphyra pareceu uma bomba. Explodiu em uma luz brilhante, pura.
Então eu acordei. Aquela voz é a daquela garota loira é igual à voz que ouvi antes, pensei.
Sentei na cama ainda atônita pelos sonhos esquisitos, mas, me obriguei a me levantar e fui tomar banho e tomar café da manhã.
Fui caminha na minha trilha favorita de novo, quando cheguei ao topo da montanha avistei alguém lá em baixo uma mulher ruiva de vestido preto correndo de outros cinco homens de terno azulado. Que covardes, pensei – cinco homens contra uma mulher.
Meus ouvidos zumbiram de raiva, nem pensei direito. – A ruiva aparentemente tinha uns dezenove anos – foi alcançada e eu entrei em ação parti em disparada para La embaixo, eles estavam segurando ela ajoelhada por um dos homens, eu parti para cima dele ele assim que notou minha presença partiu pára cima de mim. Ele tentou me espetar com sua espada e eu girei esquivando da espada e segurei e virei ela para contra o corpo dele perfurando sua barriga e ele desapareceu.
E os outros ficaram olhando para mim segurando aquela espada brilhando, e eu senti que estava em vantagem apesar de estar em minoria.
- Vocês querem tentar ? – falei tentando parecer desafiador.
E eles sumiram.
- Ah... - Disse-me surpresa - como você fez isso?
- Não sei. Só sei que fiz. - respondi meio confuso ainda.
- Obrigada, qual seu nome?
- Meu nome é Iago, e o seu?
- Me chamo Zofie, mas pode me chamar de Zoe!
De repente senti um arrepio na espinha e um calafrio na nuca, olhei para traz e não vi nada. Então desencanei e voltei minha atenção na frente e notei que Zoe tinha desaparecido.
No dia seguinte fui à escola, estava na aula de matemática, quando entra a diretora da escola com uma aluna nova. Ruiva, Zoe.
- Essa é nossa nova aluna, Nathalha Yins gang! – disse-nos.
Ela caminhou a sala inteira e achou um lugar vazio bem atrás de mim.
- Seja bem vinda, Zoe! – disse.
- Obrigada, meu herói. – disse sorrindo.
Eu estava sem dormir.
Peguei no sono na sala.
O mundo dissolveu e tomou a se formar novamente, era uma floresta, a mesma que sonhei antes, observei.
Eu via duas mulheres, uma loira e uma morena e elas estavam discutindo.

O colar de Saphyra ( em breve )

No meu aniversário , ganhei um presente e com ele veio uma escolha numa guerra que eu nem sabia que existia, mais o surgimento de um inimigo incrilmente forte que me forçarà a escolher e pelo bem das pessoas que amo vou derrotar qualquer inimigo não importa o qual forte seja.
capítulo 1 - Problemas com morcegos
capítulo 2 - Minha namorada caçadora
capítulo 3 - Liberto um parente
capítulo 4 - Conheço meu mil vezes tataravô
capítulo 5 - Treino em outro mundo

sábado, 30 de agosto de 2014

O diário de um Nephillin

um garoto de 15 anos descobre um segredo de família, e acaba ganhado poderes incríveis. Agora cabe a ele decidir se esse presente é uma bênção ou uma maldição.
1 - O colar de Saphyra